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Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Qua | 25.04.12

Me dancing!

sueamado




Já não me recordava de quando teria saído à noite assim, tranquila, sem amarras, sem horas para regressar, apenas com o intuito de me divertir, de estar com pessoas bonitas, divertidas, vivas. Éramos um grupo de mulheres bastante generoso, ok, exagerado, acho até que assustámos os homens mal entrámos. Cada uma mais bonita do que a outra, sim eu também, claro. Ainda faço voltar muitas cabeças. Ah pois!

No início da noite fui-me deixando ir nos seus risos, olhei em volta, sorri para mim mesma, gostei da sensação de estar descontraída, pronta para me sentir. A música estava ainda suave e consegui seguir alguns olhares que me seguiam, mas eis que começam a tocar o “Would I lie to you”, do Charles & Eddie. Saltou-me a mola, levantei-me e fui dançando languidamente até à pista. Eu sei que quando danço estou viva outra vez, o meu corpo ganha movimentos que me transcendem, sou naturalmente sensual, mas quando danço mato! Culpem a genética se quiserem, ou a minha mistura de sangue africano, mas na verdade tudo no meu corpo vibra logo que a música o atravessa. Foi por isso inevitável ser olhada e admirada, alguém sussurrou que seria impossível olharem-me sem me verem. Algumas pessoas nascem com certos dons, o meu será talvez este, o de alimentar sensações através das que provoco.

Quando finalmente dei pela sua presença, estava quase em cima de mim, de olhar incrédulo e igualmente intenso. Viril, de boca carnuda. Tinha um sorriso indefinido, de desejo, de espanto. Não tive como fugir, nem sequer vontade. Soube-me bem sentir que me desejavam, senti um arrepio na coluna, os meus seios ficaram mais rijos, caramba, afinal estou mesmo viva, desperto emoções e consigo que me façam sentir desejo. Ou será fomeca? Nãaa! Nem todas as pessoas conseguem mexer connosco, este homem estava ali para me mudar a noite, quiçá a vida, e eu queria. Que sensação estranha, mas ao mesmo tempo tão boa por dentro. Estou de vestido preto, bem cintado, de decote generoso, nada exagerado, mas no entanto deixa antever o que tanto enlouquece os homens. De botas altas completo o conjunto, ajuda-me na minha sensação de domínio, de segurança interior. Sei que estou bonita, apetecível, sinto-me arrojada e gosto. Sou eu a dominar!

Sinto o teu abraço forte na minha cintura, estamos bem próximos agora, consigo ouvir a tua respiração descompassada e já não vejo nada à minha volta, para além de mim só estás tu. Desejo-te, quero-te na minha boca, estou bem encostada a ti, esmagas-me os seios, sopras-me nos ouvidos que sou bonita, que te enlouqueço e sentes-me estremecer do prazer que já antecipo. De onde saíste tu? Porque me deixas assim? Será da música?

Eis que me tiras o ar, comprimes os meus lábios, não me dás margem para qualquer movimento, estás dentro da minha boca, da minha alma, sinto a tua língua quente, suave, que se move sem pressas, sei exatamente o que fazer, como te acompanhar, nunca te beijei antes, mas parece que sempre te tive, a tua boca é a que eu desejei. Seguras-me a nuca, sinto o teu prazer encostado em mim. - Quero-te, por favor quero-te, consigo sussurrar.

- Estás a ter-me, estás a sentir a minha vontade de ti. 
A música está a terminar, já vislumbro os olhares incrédulos das minhas amigas que nunca antes me viram enlouquecer e perder as estribeiras. Algumas sorriem, outras quase que aplaudem e eu por dentro estou mais inteira. Se não tiver mais nada de ti, tive o bastante. Trouxeste-me de volta a certeza de que é possível, algures, ao som de qualquer música, sentir a nossa natureza em força. A tua voz determinada e viril, os teus lábios suaves, doces e irresistíveis deram-me o mundo de volta. Fiz amor contigo, tive o prazer que muitos corpos jamais sentiram mesmo sem que tenhas estado dentro de mim.

Já tudo se calou, os sons e as cores e até as vozes que ecoaram sem palavras. Passou a noite onde o meu corpo encontrou outro que lhe encheu e preencheu como nunca achara possível. Ainda carrego o teu cheiro e sei o sabor dos teus lábios. Estás tatuado nos meus sons, nos movimentos que o meu corpo solta sem o meu controle. Foi a dançar que te tive e vou querer a tua boca outra vez. Um dia, numa outra música!
Qua | 25.04.12

Me dancing!

sueamado




Já não me recordava de quando teria saído à noite assim, tranquila, sem amarras, sem horas para regressar, apenas com o intuito de me divertir, de estar com pessoas bonitas, divertidas, vivas. Éramos um grupo de mulheres bastante generoso, ok, exagerado, acho até que assustámos os homens mal entrámos. Cada uma mais bonita do que a outra, sim eu também, claro. Ainda faço voltar muitas cabeças. Ah pois!

No início da noite fui-me deixando ir nos seus risos, olhei em volta, sorri para mim mesma, gostei da sensação de estar descontraída, pronta para me sentir. A música estava ainda suave e consegui seguir alguns olhares que me seguiam, mas eis que começam a tocar o “Would I lie to you”, do Charles & Eddie. Saltou-me a mola, levantei-me e fui dançando languidamente até à pista. Eu sei que quando danço estou viva outra vez, o meu corpo ganha movimentos que me transcendem, sou naturalmente sensual, mas quando danço mato! Culpem a genética se quiserem, ou a minha mistura de sangue africano, mas na verdade tudo no meu corpo vibra logo que a música o atravessa. Foi por isso inevitável ser olhada e admirada, alguém sussurrou que seria impossível olharem-me sem me verem. Algumas pessoas nascem com certos dons, o meu será talvez este, o de alimentar sensações através das que provoco.

Quando finalmente dei pela sua presença, estava quase em cima de mim, de olhar incrédulo e igualmente intenso. Viril, de boca carnuda. Tinha um sorriso indefinido, de desejo, de espanto. Não tive como fugir, nem sequer vontade. Soube-me bem sentir que me desejavam, senti um arrepio na coluna, os meus seios ficaram mais rijos, caramba, afinal estou mesmo viva, desperto emoções e consigo que me façam sentir desejo. Ou será fomeca? Nãaa! Nem todas as pessoas conseguem mexer connosco, este homem estava ali para me mudar a noite, quiçá a vida, e eu queria. Que sensação estranha, mas ao mesmo tempo tão boa por dentro. Estou de vestido preto, bem cintado, de decote generoso, nada exagerado, mas no entanto deixa antever o que tanto enlouquece os homens. De botas altas completo o conjunto, ajuda-me na minha sensação de domínio, de segurança interior. Sei que estou bonita, apetecível, sinto-me arrojada e gosto. Sou eu a dominar!

Sinto o teu abraço forte na minha cintura, estamos bem próximos agora, consigo ouvir a tua respiração descompassada e já não vejo nada à minha volta, para além de mim só estás tu. Desejo-te, quero-te na minha boca, estou bem encostada a ti, esmagas-me os seios, sopras-me nos ouvidos que sou bonita, que te enlouqueço e sentes-me estremecer do prazer que já antecipo. De onde saíste tu? Porque me deixas assim? Será da música?

Eis que me tiras o ar, comprimes os meus lábios, não me dás margem para qualquer movimento, estás dentro da minha boca, da minha alma, sinto a tua língua quente, suave, que se move sem pressas, sei exatamente o que fazer, como te acompanhar, nunca te beijei antes, mas parece que sempre te tive, a tua boca é a que eu desejei. Seguras-me a nuca, sinto o teu prazer encostado em mim. - Quero-te, por favor quero-te, consigo sussurrar.

- Estás a ter-me, estás a sentir a minha vontade de ti. 
A música está a terminar, já vislumbro os olhares incrédulos das minhas amigas que nunca antes me viram enlouquecer e perder as estribeiras. Algumas sorriem, outras quase que aplaudem e eu por dentro estou mais inteira. Se não tiver mais nada de ti, tive o bastante. Trouxeste-me de volta a certeza de que é possível, algures, ao som de qualquer música, sentir a nossa natureza em força. A tua voz determinada e viril, os teus lábios suaves, doces e irresistíveis deram-me o mundo de volta. Fiz amor contigo, tive o prazer que muitos corpos jamais sentiram mesmo sem que tenhas estado dentro de mim.

Já tudo se calou, os sons e as cores e até as vozes que ecoaram sem palavras. Passou a noite onde o meu corpo encontrou outro que lhe encheu e preencheu como nunca achara possível. Ainda carrego o teu cheiro e sei o sabor dos teus lábios. Estás tatuado nos meus sons, nos movimentos que o meu corpo solta sem o meu controle. Foi a dançar que te tive e vou querer a tua boca outra vez. Um dia, numa outra música!
Qua | 18.04.12

These Last Days!

sueamado

Mais um ano a chegar ao fim e a sensação que carrego mantém-se, será que fiz tudo o que devia e podia para te ter de volta, ou no mínimo para saber porquê? Porque razão terás fugido de mim?  
Ficará para sempre um vazio e um espaço na minha vida que jamais poderei preencher, tapar ou sequer remover. Tu não deixaste, não deixas! Precisava tanto que me ajudasses a entender, que me explicasses o que correu mal ou não correu de todo, tu que falaste sempre sobre tudo comigo, porque te silenciaste quando era mais importante? Porque me recusaste e recusas que prossiga com a minha vida, que possa sonhar outro homem, que o queira e consiga voltar a fazer planos? Vai na volta contas com a minha força, a tal que sempre te empenhaste em referir. Sim, sou tão forte quanto necessito, mas não era preciso matares-me por dentro, removeres-me as entranhas enquanto me mantenho a sorrir por fora e a tentar prosseguir com a minha vida, sendo forte!

Não consigo ainda entender como foste capaz de ler todos os meus emails de puro desespero, nos quais te pedia, não, implorava, que me desses notícias, que não me deixasses preocupada por não saber de ti. Depois de tantos meses a partilharmos vontades, palavras e desejos, eis que fazes silêncio e me deixas vazia por dentro.

Porque não consigo deixar de te pensar, de juntar os contornos de um rosto que já me foge? Há dias em que acordo a julgar que te sonhei apenas, que nunca te senti em mim e comigo, que todos aqueles abraços que me esmagavam de prazer só existiram na minha mente, nos meus desejos. Sobretudo no desejo de ter ao meu lado, alguém mais forte do que eu, que me amasse na mesma proporção, que não receasse os meus caminhos, porque os que percorro são sinuosos sim, mas igualmente preenchidos de cores, sons e movimentos. Sou uma eterna amante do desejo, da sedução, do transportar do outro a um mundo onde todas as peças se encaixam, tal como se encaixou em tempos o teu e o meu corpo. Ainda o sinto, ainda te cheiro e me arrepio quando recordo as mãos gigantescas que se estendiam para que aninhasse nelas as minhas. És e serás sempre a outra metade de mim, o homem que me fez vibrar apenas com a ideia de te tocar. Sonhei-te assim, tive-te tão forte e presente numa outra vida, em muitas outras vidas onde sei que te amei sempre, com formatos e silhuetas diferentes, mas sempre tu, aquele cujas palavras ecoavam nas minhas, onde tudo do que falávamos fazia sentido e trazia sensações que só poderão ter sido vividas antes, muito antes de sermos um e outro. Já foi doloroso não te ter, agora é distante, no entanto continuo a procurar-te, mesmo quando não me mexo…apenas quando me aninho no canto do meu sofá e sorrio com a ideia de te reencontrar. Sim eu sei que vai acontecer, nesta vida ainda Meu Deus, por favor! Preciso que ainda seja nesta vida. Cansei-me de esperar pela próxima e de recordar a anterior. Quero continuar a querer-te hoje, amanhã e o resto dos meus dias, como até aqui.

Dizes que te fantasiei, que não és de todo como te imagino, que apenas vi uma face do teu rosto incompleto. Pode até ter sido, mas o que fala o coração e todos os poros do meu corpo dorido de tanto nada, é que apenas contigo poderei voltar a sentir o que me falta. Não vou querer tampões, substituições, ou te tenho em pleno e sou eu outra vez, ou fico assim, cheia de mim apenas, mas vazia do que já tive antes e me fugiu demasiado rápido, tão rápido quanto foi o olhar que trocámos e com o qual nos passámos a sentir cada dia como um só. Tu e eu não somos apenas uma história para contar, somos muitos episódios de uma que ainda não terminou. Eu não vou deixar!
Qua | 18.04.12

These Last Days!

sueamado

Mais um ano a chegar ao fim e a sensação que carrego mantém-se, será que fiz tudo o que devia e podia para te ter de volta, ou no mínimo para saber porquê? Porque razão terás fugido de mim?  
Ficará para sempre um vazio e um espaço na minha vida que jamais poderei preencher, tapar ou sequer remover. Tu não deixaste, não deixas! Precisava tanto que me ajudasses a entender, que me explicasses o que correu mal ou não correu de todo, tu que falaste sempre sobre tudo comigo, porque te silenciaste quando era mais importante? Porque me recusaste e recusas que prossiga com a minha vida, que possa sonhar outro homem, que o queira e consiga voltar a fazer planos? Vai na volta contas com a minha força, a tal que sempre te empenhaste em referir. Sim, sou tão forte quanto necessito, mas não era preciso matares-me por dentro, removeres-me as entranhas enquanto me mantenho a sorrir por fora e a tentar prosseguir com a minha vida, sendo forte!

Não consigo ainda entender como foste capaz de ler todos os meus emails de puro desespero, nos quais te pedia, não, implorava, que me desses notícias, que não me deixasses preocupada por não saber de ti. Depois de tantos meses a partilharmos vontades, palavras e desejos, eis que fazes silêncio e me deixas vazia por dentro.

Porque não consigo deixar de te pensar, de juntar os contornos de um rosto que já me foge? Há dias em que acordo a julgar que te sonhei apenas, que nunca te senti em mim e comigo, que todos aqueles abraços que me esmagavam de prazer só existiram na minha mente, nos meus desejos. Sobretudo no desejo de ter ao meu lado, alguém mais forte do que eu, que me amasse na mesma proporção, que não receasse os meus caminhos, porque os que percorro são sinuosos sim, mas igualmente preenchidos de cores, sons e movimentos. Sou uma eterna amante do desejo, da sedução, do transportar do outro a um mundo onde todas as peças se encaixam, tal como se encaixou em tempos o teu e o meu corpo. Ainda o sinto, ainda te cheiro e me arrepio quando recordo as mãos gigantescas que se estendiam para que aninhasse nelas as minhas. És e serás sempre a outra metade de mim, o homem que me fez vibrar apenas com a ideia de te tocar. Sonhei-te assim, tive-te tão forte e presente numa outra vida, em muitas outras vidas onde sei que te amei sempre, com formatos e silhuetas diferentes, mas sempre tu, aquele cujas palavras ecoavam nas minhas, onde tudo do que falávamos fazia sentido e trazia sensações que só poderão ter sido vividas antes, muito antes de sermos um e outro. Já foi doloroso não te ter, agora é distante, no entanto continuo a procurar-te, mesmo quando não me mexo…apenas quando me aninho no canto do meu sofá e sorrio com a ideia de te reencontrar. Sim eu sei que vai acontecer, nesta vida ainda Meu Deus, por favor! Preciso que ainda seja nesta vida. Cansei-me de esperar pela próxima e de recordar a anterior. Quero continuar a querer-te hoje, amanhã e o resto dos meus dias, como até aqui.

Dizes que te fantasiei, que não és de todo como te imagino, que apenas vi uma face do teu rosto incompleto. Pode até ter sido, mas o que fala o coração e todos os poros do meu corpo dorido de tanto nada, é que apenas contigo poderei voltar a sentir o que me falta. Não vou querer tampões, substituições, ou te tenho em pleno e sou eu outra vez, ou fico assim, cheia de mim apenas, mas vazia do que já tive antes e me fugiu demasiado rápido, tão rápido quanto foi o olhar que trocámos e com o qual nos passámos a sentir cada dia como um só. Tu e eu não somos apenas uma história para contar, somos muitos episódios de uma que ainda não terminou. Eu não vou deixar!
Qua | 18.04.12

These Last Days!

sueamado

Mais um ano a chegar ao fim e a sensação que carrego mantém-se, será que fiz tudo o que devia e podia para te ter de volta, ou no mínimo para saber porquê? Porque razão terás fugido de mim?  
Ficará para sempre um vazio e um espaço na minha vida que jamais poderei preencher, tapar ou sequer remover. Tu não deixaste, não deixas! Precisava tanto que me ajudasses a entender, que me explicasses o que correu mal ou não correu de todo, tu que falaste sempre sobre tudo comigo, porque te silenciaste quando era mais importante? Porque me recusaste e recusas que prossiga com a minha vida, que possa sonhar outro homem, que o queira e consiga voltar a fazer planos? Vai na volta contas com a minha força, a tal que sempre te empenhaste em referir. Sim, sou tão forte quanto necessito, mas não era preciso matares-me por dentro, removeres-me as entranhas enquanto me mantenho a sorrir por fora e a tentar prosseguir com a minha vida, sendo forte!

Não consigo ainda entender como foste capaz de ler todos os meus emails de puro desespero, nos quais te pedia, não, implorava, que me desses notícias, que não me deixasses preocupada por não saber de ti. Depois de tantos meses a partilharmos vontades, palavras e desejos, eis que fazes silêncio e me deixas vazia por dentro.

Porque não consigo deixar de te pensar, de juntar os contornos de um rosto que já me foge? Há dias em que acordo a julgar que te sonhei apenas, que nunca te senti em mim e comigo, que todos aqueles abraços que me esmagavam de prazer só existiram na minha mente, nos meus desejos. Sobretudo no desejo de ter ao meu lado, alguém mais forte do que eu, que me amasse na mesma proporção, que não receasse os meus caminhos, porque os que percorro são sinuosos sim, mas igualmente preenchidos de cores, sons e movimentos. Sou uma eterna amante do desejo, da sedução, do transportar do outro a um mundo onde todas as peças se encaixam, tal como se encaixou em tempos o teu e o meu corpo. Ainda o sinto, ainda te cheiro e me arrepio quando recordo as mãos gigantescas que se estendiam para que aninhasse nelas as minhas. És e serás sempre a outra metade de mim, o homem que me fez vibrar apenas com a ideia de te tocar. Sonhei-te assim, tive-te tão forte e presente numa outra vida, em muitas outras vidas onde sei que te amei sempre, com formatos e silhuetas diferentes, mas sempre tu, aquele cujas palavras ecoavam nas minhas, onde tudo do que falávamos fazia sentido e trazia sensações que só poderão ter sido vividas antes, muito antes de sermos um e outro. Já foi doloroso não te ter, agora é distante, no entanto continuo a procurar-te, mesmo quando não me mexo…apenas quando me aninho no canto do meu sofá e sorrio com a ideia de te reencontrar. Sim eu sei que vai acontecer, nesta vida ainda Meu Deus, por favor! Preciso que ainda seja nesta vida. Cansei-me de esperar pela próxima e de recordar a anterior. Quero continuar a querer-te hoje, amanhã e o resto dos meus dias, como até aqui.

Dizes que te fantasiei, que não és de todo como te imagino, que apenas vi uma face do teu rosto incompleto. Pode até ter sido, mas o que fala o coração e todos os poros do meu corpo dorido de tanto nada, é que apenas contigo poderei voltar a sentir o que me falta. Não vou querer tampões, substituições, ou te tenho em pleno e sou eu outra vez, ou fico assim, cheia de mim apenas, mas vazia do que já tive antes e me fugiu demasiado rápido, tão rápido quanto foi o olhar que trocámos e com o qual nos passámos a sentir cada dia como um só. Tu e eu não somos apenas uma história para contar, somos muitos episódios de uma que ainda não terminou. Eu não vou deixar!
Dom | 15.04.12

Sofia

sueamado


- Então Jorge, por onde tens andado homem que ninguém te põe os olhos em cima?
- Iiiiiih! Nem tu queiras saber.
- Já percebi, há passarinho na costa.
- Nem mais. Encontrei a mulher da minha vida.
- Not again! Lá vamos nós. Quem é agora?
- A Sofia do quinto piso.
- Da informática?
- Sim, a morena que vimos no almoço a semana passada.
- Estás a gozar. Aquela… bomba??
- É linda Antunes, linda!
- Conta, conta tudo. O que andaste a fazer?

Estes dois já se conheciam desde a faculdade, chegaram a partilhar namoradas, altas sessões de sexo em camas encostadas. Até gemiam em conjunto e passavam horas a deslindar as capacidades anatómicas.

- Caramba, a fulana era malabarista ou quê? Perguntara Antunes aquando da tarde inteiiiira com a Joana. Ou seria Ana? Bem, na verdade não importava muito. Coleccionavam, na verdadeira acessão da palavra, romances de cama e até partilhavam gostos e medidas.

- Ouve, é desta que eu fico pelos beiços, esta é diferente Antunes, completamente.

Nada o preparara para uma mulher assim. Para além do seu corpo perfeito, curvilíneo, ancas generosas, ligeiramente mais baixa do que ele que estava no metro e setenta e cinco, possuía longos cabelos negros, uma pele morena, parecia ter chegado de uma qualquer praia paradisíaca. Que pele sedosa, não se cansava de a tocar e mexer e beijar e chupar. E os lábios? Oh deuses, aquela boca enlouquecia-o. Que boca, e que sorriso, sob uns dentes brancos e imaculadamente certos. Deitava-lhe um sorriso malandro, de mulher segura de si, mas na intimidade…
Deitada na cama, disponível, mas quieta de olhar arregalado, com aqueles olhos de castanho mel, ali parecia uma menina, obedecia-lhe, implorava-lhe que se acalmasse, sim, porque o seu gemer o enlouquecia, ficava louco de vontade de lhe morder, penetrava-a sem cuidado, simplesmente porque não queria sair de dentro dela, era sua e exigia-lhe! – .

- Jorge por favor!
- Queres que pare?
- Não, não…
- Pede-me então.
- Quero-te dentro de mim, por favor anda. Jorge calma, não me magoes meu amor, calma.
- Não consigo, não me canso de ti. Caramba, o que fiz para te merecer. És linda, e como te mexes querida, que movimentos, queres enlouquecer-me?

Era uma menina mulher, parecia ter toda a experiência do mundo, mas ficava submissa e Jorge virava-a e revirava, possuindo-a como um louco, usando de meiguice e de força e sentia-se descontrolar, sobretudo quando a Sofia se vinha.

- Avisa-me quando te estiveres a vir Sofia, quero partilhar tudo contigo.
- Jorge, porque não te consigo saciar amor.
- Tonta, estás a fazer tudo bem, tudo ouviste-me?
- Mas tu não te vens…
- Eu vou-me vir, mas quero ter-te toda, anda, dá-me essa boca, deixa-me chupar-te. Sabes que quase me enlouqueces com esse gemer? És minha?
- Sim amor, tua, toda tua.
- Vira-te linda, anda cá.
- Não, por favor amor, estás demasiado excitado, não…
- Meu amor, anda que não te vou magoar, vou-te fazer minha, ter-te até que me doa a mim por dentro.

- Jorge, vais-me contar ou não?
- Meu amigo. A partir de agora sou oficialmente um homem de uma mulher só. E esta eu não vou partilhar contigo, nem sequer em pensamentos.
- Foste agarrado?
- Chama-lhe o que quiseres, mas sou diferente, quero, amo e alimento-me dela. Não a vou deixar fugir porque encontrei a minha metade.
- Tudo isto porque o sexo é bom?
- Tudo isto porque para além do sexo, tudo o resto é bom e porque para além de nós, nada mais tem importância!
Dom | 15.04.12

Sofia

sueamado


- Então Jorge, por onde tens andado homem que ninguém te põe os olhos em cima?
- Iiiiiih! Nem tu queiras saber.
- Já percebi, há passarinho na costa.
- Nem mais. Encontrei a mulher da minha vida.
- Not again! Lá vamos nós. Quem é agora?
- A Sofia do quinto piso.
- Da informática?
- Sim, a morena que vimos no almoço a semana passada.
- Estás a gozar. Aquela… bomba??
- É linda Antunes, linda!
- Conta, conta tudo. O que andaste a fazer?

Estes dois já se conheciam desde a faculdade, chegaram a partilhar namoradas, altas sessões de sexo em camas encostadas. Até gemiam em conjunto e passavam horas a deslindar as capacidades anatómicas.

- Caramba, a fulana era malabarista ou quê? Perguntara Antunes aquando da tarde inteiiiira com a Joana. Ou seria Ana? Bem, na verdade não importava muito. Coleccionavam, na verdadeira acessão da palavra, romances de cama e até partilhavam gostos e medidas.

- Ouve, é desta que eu fico pelos beiços, esta é diferente Antunes, completamente.

Nada o preparara para uma mulher assim. Para além do seu corpo perfeito, curvilíneo, ancas generosas, ligeiramente mais baixa do que ele que estava no metro e setenta e cinco, possuía longos cabelos negros, uma pele morena, parecia ter chegado de uma qualquer praia paradisíaca. Que pele sedosa, não se cansava de a tocar e mexer e beijar e chupar. E os lábios? Oh deuses, aquela boca enlouquecia-o. Que boca, e que sorriso, sob uns dentes brancos e imaculadamente certos. Deitava-lhe um sorriso malandro, de mulher segura de si, mas na intimidade…
Deitada na cama, disponível, mas quieta de olhar arregalado, com aqueles olhos de castanho mel, ali parecia uma menina, obedecia-lhe, implorava-lhe que se acalmasse, sim, porque o seu gemer o enlouquecia, ficava louco de vontade de lhe morder, penetrava-a sem cuidado, simplesmente porque não queria sair de dentro dela, era sua e exigia-lhe! – .

- Jorge por favor!
- Queres que pare?
- Não, não…
- Pede-me então.
- Quero-te dentro de mim, por favor anda. Jorge calma, não me magoes meu amor, calma.
- Não consigo, não me canso de ti. Caramba, o que fiz para te merecer. És linda, e como te mexes querida, que movimentos, queres enlouquecer-me?

Era uma menina mulher, parecia ter toda a experiência do mundo, mas ficava submissa e Jorge virava-a e revirava, possuindo-a como um louco, usando de meiguice e de força e sentia-se descontrolar, sobretudo quando a Sofia se vinha.

- Avisa-me quando te estiveres a vir Sofia, quero partilhar tudo contigo.
- Jorge, porque não te consigo saciar amor.
- Tonta, estás a fazer tudo bem, tudo ouviste-me?
- Mas tu não te vens…
- Eu vou-me vir, mas quero ter-te toda, anda, dá-me essa boca, deixa-me chupar-te. Sabes que quase me enlouqueces com esse gemer? És minha?
- Sim amor, tua, toda tua.
- Vira-te linda, anda cá.
- Não, por favor amor, estás demasiado excitado, não…
- Meu amor, anda que não te vou magoar, vou-te fazer minha, ter-te até que me doa a mim por dentro.

- Jorge, vais-me contar ou não?
- Meu amigo. A partir de agora sou oficialmente um homem de uma mulher só. E esta eu não vou partilhar contigo, nem sequer em pensamentos.
- Foste agarrado?
- Chama-lhe o que quiseres, mas sou diferente, quero, amo e alimento-me dela. Não a vou deixar fugir porque encontrei a minha metade.
- Tudo isto porque o sexo é bom?
- Tudo isto porque para além do sexo, tudo o resto é bom e porque para além de nós, nada mais tem importância!
Dom | 15.04.12

Sofia

sueamado


- Então Jorge, por onde tens andado homem que ninguém te põe os olhos em cima?
- Iiiiiih! Nem tu queiras saber.
- Já percebi, há passarinho na costa.
- Nem mais. Encontrei a mulher da minha vida.
- Not again! Lá vamos nós. Quem é agora?
- A Sofia do quinto piso.
- Da informática?
- Sim, a morena que vimos no almoço a semana passada.
- Estás a gozar. Aquela… bomba??
- É linda Antunes, linda!
- Conta, conta tudo. O que andaste a fazer?

Estes dois já se conheciam desde a faculdade, chegaram a partilhar namoradas, altas sessões de sexo em camas encostadas. Até gemiam em conjunto e passavam horas a deslindar as capacidades anatómicas.

- Caramba, a fulana era malabarista ou quê? Perguntara Antunes aquando da tarde inteiiiira com a Joana. Ou seria Ana? Bem, na verdade não importava muito. Coleccionavam, na verdadeira acessão da palavra, romances de cama e até partilhavam gostos e medidas.

- Ouve, é desta que eu fico pelos beiços, esta é diferente Antunes, completamente.

Nada o preparara para uma mulher assim. Para além do seu corpo perfeito, curvilíneo, ancas generosas, ligeiramente mais baixa do que ele que estava no metro e setenta e cinco, possuía longos cabelos negros, uma pele morena, parecia ter chegado de uma qualquer praia paradisíaca. Que pele sedosa, não se cansava de a tocar e mexer e beijar e chupar. E os lábios? Oh deuses, aquela boca enlouquecia-o. Que boca, e que sorriso, sob uns dentes brancos e imaculadamente certos. Deitava-lhe um sorriso malandro, de mulher segura de si, mas na intimidade…
Deitada na cama, disponível, mas quieta de olhar arregalado, com aqueles olhos de castanho mel, ali parecia uma menina, obedecia-lhe, implorava-lhe que se acalmasse, sim, porque o seu gemer o enlouquecia, ficava louco de vontade de lhe morder, penetrava-a sem cuidado, simplesmente porque não queria sair de dentro dela, era sua e exigia-lhe! – .

- Jorge por favor!
- Queres que pare?
- Não, não…
- Pede-me então.
- Quero-te dentro de mim, por favor anda. Jorge calma, não me magoes meu amor, calma.
- Não consigo, não me canso de ti. Caramba, o que fiz para te merecer. És linda, e como te mexes querida, que movimentos, queres enlouquecer-me?

Era uma menina mulher, parecia ter toda a experiência do mundo, mas ficava submissa e Jorge virava-a e revirava, possuindo-a como um louco, usando de meiguice e de força e sentia-se descontrolar, sobretudo quando a Sofia se vinha.

- Avisa-me quando te estiveres a vir Sofia, quero partilhar tudo contigo.
- Jorge, porque não te consigo saciar amor.
- Tonta, estás a fazer tudo bem, tudo ouviste-me?
- Mas tu não te vens…
- Eu vou-me vir, mas quero ter-te toda, anda, dá-me essa boca, deixa-me chupar-te. Sabes que quase me enlouqueces com esse gemer? És minha?
- Sim amor, tua, toda tua.
- Vira-te linda, anda cá.
- Não, por favor amor, estás demasiado excitado, não…
- Meu amor, anda que não te vou magoar, vou-te fazer minha, ter-te até que me doa a mim por dentro.

- Jorge, vais-me contar ou não?
- Meu amigo. A partir de agora sou oficialmente um homem de uma mulher só. E esta eu não vou partilhar contigo, nem sequer em pensamentos.
- Foste agarrado?
- Chama-lhe o que quiseres, mas sou diferente, quero, amo e alimento-me dela. Não a vou deixar fugir porque encontrei a minha metade.
- Tudo isto porque o sexo é bom?
- Tudo isto porque para além do sexo, tudo o resto é bom e porque para além de nós, nada mais tem importância!
Dom | 15.04.12

Sofia

sueamado


- Então Jorge, por onde tens andado homem que ninguém te põe os olhos em cima?
- Iiiiiih! Nem tu queiras saber.
- Já percebi, há passarinho na costa.
- Nem mais. Encontrei a mulher da minha vida.
- Not again! Lá vamos nós. Quem é agora?
- A Sofia do quinto piso.
- Da informática?
- Sim, a morena que vimos no almoço a semana passada.
- Estás a gozar. Aquela… bomba??
- É linda Antunes, linda!
- Conta, conta tudo. O que andaste a fazer?

Estes dois já se conheciam desde a faculdade, chegaram a partilhar namoradas, altas sessões de sexo em camas encostadas. Até gemiam em conjunto e passavam horas a deslindar as capacidades anatómicas.

- Caramba, a fulana era malabarista ou quê? Perguntara Antunes aquando da tarde inteiiiira com a Joana. Ou seria Ana? Bem, na verdade não importava muito. Coleccionavam, na verdadeira acessão da palavra, romances de cama e até partilhavam gostos e medidas.

- Ouve, é desta que eu fico pelos beiços, esta é diferente Antunes, completamente.

Nada o preparara para uma mulher assim. Para além do seu corpo perfeito, curvilíneo, ancas generosas, ligeiramente mais baixa do que ele que estava no metro e setenta e cinco, possuía longos cabelos negros, uma pele morena, parecia ter chegado de uma qualquer praia paradisíaca. Que pele sedosa, não se cansava de a tocar e mexer e beijar e chupar. E os lábios? Oh deuses, aquela boca enlouquecia-o. Que boca, e que sorriso, sob uns dentes brancos e imaculadamente certos. Deitava-lhe um sorriso malandro, de mulher segura de si, mas na intimidade…
Deitada na cama, disponível, mas quieta de olhar arregalado, com aqueles olhos de castanho mel, ali parecia uma menina, obedecia-lhe, implorava-lhe que se acalmasse, sim, porque o seu gemer o enlouquecia, ficava louco de vontade de lhe morder, penetrava-a sem cuidado, simplesmente porque não queria sair de dentro dela, era sua e exigia-lhe! – .

- Jorge por favor!
- Queres que pare?
- Não, não…
- Pede-me então.
- Quero-te dentro de mim, por favor anda. Jorge calma, não me magoes meu amor, calma.
- Não consigo, não me canso de ti. Caramba, o que fiz para te merecer. És linda, e como te mexes querida, que movimentos, queres enlouquecer-me?

Era uma menina mulher, parecia ter toda a experiência do mundo, mas ficava submissa e Jorge virava-a e revirava, possuindo-a como um louco, usando de meiguice e de força e sentia-se descontrolar, sobretudo quando a Sofia se vinha.

- Avisa-me quando te estiveres a vir Sofia, quero partilhar tudo contigo.
- Jorge, porque não te consigo saciar amor.
- Tonta, estás a fazer tudo bem, tudo ouviste-me?
- Mas tu não te vens…
- Eu vou-me vir, mas quero ter-te toda, anda, dá-me essa boca, deixa-me chupar-te. Sabes que quase me enlouqueces com esse gemer? És minha?
- Sim amor, tua, toda tua.
- Vira-te linda, anda cá.
- Não, por favor amor, estás demasiado excitado, não…
- Meu amor, anda que não te vou magoar, vou-te fazer minha, ter-te até que me doa a mim por dentro.

- Jorge, vais-me contar ou não?
- Meu amigo. A partir de agora sou oficialmente um homem de uma mulher só. E esta eu não vou partilhar contigo, nem sequer em pensamentos.
- Foste agarrado?
- Chama-lhe o que quiseres, mas sou diferente, quero, amo e alimento-me dela. Não a vou deixar fugir porque encontrei a minha metade.
- Tudo isto porque o sexo é bom?
- Tudo isto porque para além do sexo, tudo o resto é bom e porque para além de nós, nada mais tem importância!
Dom | 15.04.12

Sofia

sueamado


- Então Jorge, por onde tens andado homem que ninguém te põe os olhos em cima?
- Iiiiiih! Nem tu queiras saber.
- Já percebi, há passarinho na costa.
- Nem mais. Encontrei a mulher da minha vida.
- Not again! Lá vamos nós. Quem é agora?
- A Sofia do quinto piso.
- Da informática?
- Sim, a morena que vimos no almoço a semana passada.
- Estás a gozar. Aquela… bomba??
- É linda Antunes, linda!
- Conta, conta tudo. O que andaste a fazer?

Estes dois já se conheciam desde a faculdade, chegaram a partilhar namoradas, altas sessões de sexo em camas encostadas. Até gemiam em conjunto e passavam horas a deslindar as capacidades anatómicas.

- Caramba, a fulana era malabarista ou quê? Perguntara Antunes aquando da tarde inteiiiira com a Joana. Ou seria Ana? Bem, na verdade não importava muito. Coleccionavam, na verdadeira acessão da palavra, romances de cama e até partilhavam gostos e medidas.

- Ouve, é desta que eu fico pelos beiços, esta é diferente Antunes, completamente.

Nada o preparara para uma mulher assim. Para além do seu corpo perfeito, curvilíneo, ancas generosas, ligeiramente mais baixa do que ele que estava no metro e setenta e cinco, possuía longos cabelos negros, uma pele morena, parecia ter chegado de uma qualquer praia paradisíaca. Que pele sedosa, não se cansava de a tocar e mexer e beijar e chupar. E os lábios? Oh deuses, aquela boca enlouquecia-o. Que boca, e que sorriso, sob uns dentes brancos e imaculadamente certos. Deitava-lhe um sorriso malandro, de mulher segura de si, mas na intimidade…
Deitada na cama, disponível, mas quieta de olhar arregalado, com aqueles olhos de castanho mel, ali parecia uma menina, obedecia-lhe, implorava-lhe que se acalmasse, sim, porque o seu gemer o enlouquecia, ficava louco de vontade de lhe morder, penetrava-a sem cuidado, simplesmente porque não queria sair de dentro dela, era sua e exigia-lhe! – .

- Jorge por favor!
- Queres que pare?
- Não, não…
- Pede-me então.
- Quero-te dentro de mim, por favor anda. Jorge calma, não me magoes meu amor, calma.
- Não consigo, não me canso de ti. Caramba, o que fiz para te merecer. És linda, e como te mexes querida, que movimentos, queres enlouquecer-me?

Era uma menina mulher, parecia ter toda a experiência do mundo, mas ficava submissa e Jorge virava-a e revirava, possuindo-a como um louco, usando de meiguice e de força e sentia-se descontrolar, sobretudo quando a Sofia se vinha.

- Avisa-me quando te estiveres a vir Sofia, quero partilhar tudo contigo.
- Jorge, porque não te consigo saciar amor.
- Tonta, estás a fazer tudo bem, tudo ouviste-me?
- Mas tu não te vens…
- Eu vou-me vir, mas quero ter-te toda, anda, dá-me essa boca, deixa-me chupar-te. Sabes que quase me enlouqueces com esse gemer? És minha?
- Sim amor, tua, toda tua.
- Vira-te linda, anda cá.
- Não, por favor amor, estás demasiado excitado, não…
- Meu amor, anda que não te vou magoar, vou-te fazer minha, ter-te até que me doa a mim por dentro.

- Jorge, vais-me contar ou não?
- Meu amigo. A partir de agora sou oficialmente um homem de uma mulher só. E esta eu não vou partilhar contigo, nem sequer em pensamentos.
- Foste agarrado?
- Chama-lhe o que quiseres, mas sou diferente, quero, amo e alimento-me dela. Não a vou deixar fugir porque encontrei a minha metade.
- Tudo isto porque o sexo é bom?
- Tudo isto porque para além do sexo, tudo o resto é bom e porque para além de nós, nada mais tem importância!