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Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Sex | 29.12.17

O dia de te tirar de mim chegou, finalmente...

sueamado


O dia em que deixaria de te sentir de cada vez que ligas, teria que chegar. O dia em que nada do ontem me interessa para o hoje, onde estou, eu, comigo e sem nada de ti, porque nada restou, acabou de se instalar. O dia em que nada do que dizes faz sentido ou me importa, porque aparentemente o teu discurso desgastou-se, tal como tu mesmo quando percebeste que eu te daria trabalho, é este, é agora...

Não importa se fui uma tonta apaixonada e se me deixei levar pelo que parecias oferecer. Nem sequer importa se me desiludi, porque apenas contabilizo os dias em que me encheste e preencheste de certezas, desejos e vontades que não via satisfeitas há muito. O que temos é o que conseguimos carregar e eu carreguei-te todo, à minha maneira, sonhando com o que poderias realmente ser. O que conquistamos é a capacidade de desmultiplicarmos a razão, porque por vezes ela apenas atrapalha, mesmo que nunca nos engane. O que guardamos, para sempre, é tudo o que nos permitimos sentir, sabendo, como o sei, que me dei inteira, real e eu mesma.

O dia de te tirar de mim chegou, finalmente, mas gostei da viagem. Adorei os toques e preservarei as palavras, essas foram muitas, tantas que certamente as voltarei a ouvir de uma outra boca que não a tua, mas que saberá o que fazer com a minha!
Sex | 29.12.17

O dia de te tirar de mim chegou, finalmente...

sueamado


O dia em que deixaria de te sentir de cada vez que ligas, teria que chegar. O dia em que nada do ontem me interessa para o hoje, onde estou, eu, comigo e sem nada de ti, porque nada restou, acabou de se instalar. O dia em que nada do que dizes faz sentido ou me importa, porque aparentemente o teu discurso desgastou-se, tal como tu mesmo quando percebeste que eu te daria trabalho, é este, é agora...

Não importa se fui uma tonta apaixonada e se me deixei levar pelo que parecias oferecer. Nem sequer importa se me desiludi, porque apenas contabilizo os dias em que me encheste e preencheste de certezas, desejos e vontades que não via satisfeitas há muito. O que temos é o que conseguimos carregar e eu carreguei-te todo, à minha maneira, sonhando com o que poderias realmente ser. O que conquistamos é a capacidade de desmultiplicarmos a razão, porque por vezes ela apenas atrapalha, mesmo que nunca nos engane. O que guardamos, para sempre, é tudo o que nos permitimos sentir, sabendo, como o sei, que me dei inteira, real e eu mesma.

O dia de te tirar de mim chegou, finalmente, mas gostei da viagem. Adorei os toques e preservarei as palavras, essas foram muitas, tantas que certamente as voltarei a ouvir de uma outra boca que não a tua, mas que saberá o que fazer com a minha!
Qui | 28.12.17

Pediste, aqui vai...

sueamado
Imagem relacionada


Olá a ti que finalmente chegaste,

Prometi que te escreveria algo hoje e que to enviaria por email, já que recusas render-te ao facebook, dizes que não precisas do virtual para te mostrares e muito menos para te sobre valorizares, porque preferes quem és no real, e já agora eu também. Tens um olhar doce e um toque que me toca, mesmo, dentro. A tua determinação assusta-me, porque é igual à minha. Os lugares que conheces e nos quais pretendes viver, são os que quero e onde me visualizo. Consegues falar sem te calares e sem me cansares, tão impressionante que acabamos a rir de nós. É no teu corpo que me encosto, enquanto dançamos as mesmas músicas, as que parecem ter sido feitas para nós. O nosso ritmo permite-nos ritmar a relação que estamos a deixar crescer e a avaliar o que nos importa.

Os meus finais de tarde são agora sempre iguais, vejo-te chegar, de sorriso aberto, com a cabeça que se movimenta para me encontrar. Avisas que estás a chegar e eu espero-te como sei que gostas e te faz sentir importante, porque na verdade o és mesmo. Não importa de que parte do país chegas, já não pergunto, mas nenhum canto parece ser suficientemente longe para to impedir.

- Estás cansado, porque vieste hoje? Eu podia esperar.
- Mas eu não. Se não te vir. Se não te abraçar. Se não beijar essa boca da qual parece escorrer mel, não terei os dias e as noites só me irão ensombrar.

Ainda não ficaste. Ainda não sei como és quando adormeces, mas sei ao que soas mal acordas. Ainda não consegues deixar de ficar triste e sem chão, como dizes, de cada vez que te vais. Apertas-me tão forte, que deixo de respirar por alguns segundos. Olhas-me sempre tão dentro e com tal desespero, que me desnudas a alma.

- O que vai ser de mim agora?

Escolho sorrir, achando que te tranquilizo, porque nem eu o posso saber, não como sei já o que me dás.

- Posso dizer que te adoro?
- Podes tudo o que me saiba bem...

E tem sido assim, tal como descrevo e estou certa que estás a sorrir enquanto lês, confirmando com a cabeça. Penso que não me esqueci de nada. Falta apenas acrescentar que começaste por te anunciar como um dos meus pedidos ao Pai Natal. Já lhe agradeci a generosidade e prometi que o poria ao corrente do que conquistarmos ambos.

Voltando a ti, amanhã cá estarei, à espera que regresses para me assegurares de que não estou a sonhar. Finalmente, percebi o que significa ser a prioridade na vida de alguém.

Um beijo dos meus, cheio de tudo o que ainda terás.

Até já,
Sue


Qui | 28.12.17

Pediste, aqui vai...

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Olá a ti que finalmente chegaste,

Prometi que te escreveria algo hoje e que to enviaria por email, já que recusas render-te ao facebook, dizes que não precisas do virtual para te mostrares e muito menos para te sobre valorizares, porque preferes quem és no real, e já agora eu também. Tens um olhar doce e um toque que me toca, mesmo, dentro. A tua determinação assusta-me, porque é igual à minha. Os lugares que conheces e nos quais pretendes viver, são os que quero e onde me visualizo. Consegues falar sem te calares e sem me cansares, tão impressionante que acabamos a rir de nós. É no teu corpo que me encosto, enquanto dançamos as mesmas músicas, as que parecem ter sido feitas para nós. O nosso ritmo permite-nos ritmar a relação que estamos a deixar crescer e a avaliar o que nos importa.

Os meus finais de tarde são agora sempre iguais, vejo-te chegar, de sorriso aberto, com a cabeça que se movimenta para me encontrar. Avisas que estás a chegar e eu espero-te como sei que gostas e te faz sentir importante, porque na verdade o és mesmo. Não importa de que parte do país chegas, já não pergunto, mas nenhum canto parece ser suficientemente longe para to impedir.

- Estás cansado, porque vieste hoje? Eu podia esperar.
- Mas eu não. Se não te vir. Se não te abraçar. Se não beijar essa boca da qual parece escorrer mel, não terei os dias e as noites só me irão ensombrar.

Ainda não ficaste. Ainda não sei como és quando adormeces, mas sei ao que soas mal acordas. Ainda não consegues deixar de ficar triste e sem chão, como dizes, de cada vez que te vais. Apertas-me tão forte, que deixo de respirar por alguns segundos. Olhas-me sempre tão dentro e com tal desespero, que me desnudas a alma.

- O que vai ser de mim agora?

Escolho sorrir, achando que te tranquilizo, porque nem eu o posso saber, não como sei já o que me dás.

- Posso dizer que te adoro?
- Podes tudo o que me saiba bem...

E tem sido assim, tal como descrevo e estou certa que estás a sorrir enquanto lês, confirmando com a cabeça. Penso que não me esqueci de nada. Falta apenas acrescentar que começaste por te anunciar como um dos meus pedidos ao Pai Natal. Já lhe agradeci a generosidade e prometi que o poria ao corrente do que conquistarmos ambos.

Voltando a ti, amanhã cá estarei, à espera que regresses para me assegurares de que não estou a sonhar. Finalmente, percebi o que significa ser a prioridade na vida de alguém.

Um beijo dos meus, cheio de tudo o que ainda terás.

Até já,
Sue


Qui | 28.12.17

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Olá a ti que finalmente chegaste,

Prometi que te escreveria algo hoje e que to enviaria por email, já que recusas render-te ao facebook, dizes que não precisas do virtual para te mostrares e muito menos para te sobre valorizares, porque preferes quem és no real, e já agora eu também. Tens um olhar doce e um toque que me toca, mesmo, dentro. A tua determinação assusta-me, porque é igual à minha. Os lugares que conheces e nos quais pretendes viver, são os que quero e onde me visualizo. Consegues falar sem te calares e sem me cansares, tão impressionante que acabamos a rir de nós. É no teu corpo que me encosto, enquanto dançamos as mesmas músicas, as que parecem ter sido feitas para nós. O nosso ritmo permite-nos ritmar a relação que estamos a deixar crescer e a avaliar o que nos importa.

Os meus finais de tarde são agora sempre iguais, vejo-te chegar, de sorriso aberto, com a cabeça que se movimenta para me encontrar. Avisas que estás a chegar e eu espero-te como sei que gostas e te faz sentir importante, porque na verdade o és mesmo. Não importa de que parte do país chegas, já não pergunto, mas nenhum canto parece ser suficientemente longe para to impedir.

- Estás cansado, porque vieste hoje? Eu podia esperar.
- Mas eu não. Se não te vir. Se não te abraçar. Se não beijar essa boca da qual parece escorrer mel, não terei os dias e as noites só me irão ensombrar.

Ainda não ficaste. Ainda não sei como és quando adormeces, mas sei ao que soas mal acordas. Ainda não consegues deixar de ficar triste e sem chão, como dizes, de cada vez que te vais. Apertas-me tão forte, que deixo de respirar por alguns segundos. Olhas-me sempre tão dentro e com tal desespero, que me desnudas a alma.

- O que vai ser de mim agora?

Escolho sorrir, achando que te tranquilizo, porque nem eu o posso saber, não como sei já o que me dás.

- Posso dizer que te adoro?
- Podes tudo o que me saiba bem...

E tem sido assim, tal como descrevo e estou certa que estás a sorrir enquanto lês, confirmando com a cabeça. Penso que não me esqueci de nada. Falta apenas acrescentar que começaste por te anunciar como um dos meus pedidos ao Pai Natal. Já lhe agradeci a generosidade e prometi que o poria ao corrente do que conquistarmos ambos.

Voltando a ti, amanhã cá estarei, à espera que regresses para me assegurares de que não estou a sonhar. Finalmente, percebi o que significa ser a prioridade na vida de alguém.

Um beijo dos meus, cheio de tudo o que ainda terás.

Até já,
Sue


Qui | 28.12.17

A nossa princesa!

sueamado
Image result for me to you wenskaarten

Agora já não sou a única a reinar neste nosso reino de amor. Agora e de há um tempo para cá, tenho uma princesa que nos veio enriquecer ainda mais. Agora sou sogra de alguém, mas sem o peso que a palavra comporta, porque é apenas uma palavra e eu sou bem mais. Agora tenho uma menina-mulher em casa e pela primeira vez sei o que significa partilhar de forma feminina e estou a gostar de tudo.

A nossa princesa faz anos hoje, 21, e espero ver muitos mais do que ainda será feita, com a felicidade que merece e fazendo o meu primogénito igualmente feliz!

Esta viagem está a ser carregada de aprendizagem e algum deslumbre perante o que afinal até aprendem de mim, os 3 homens da minha vida. Vou percebendo do que padecem os amores com esta maravilhosa idade, os vinte. Vou percebendo o cuidado que o meu filho mais velho coloca no amor que está a aprender a direccionar, porque amar é realmente difícil, pela viagem constante, pela impossibilidade de continuarmos a ser apenas nós e por tudo o que terá que representar quem representa tudo para nós.

Há muito que não sei sobre ela, ainda, mas muito que já consegui saber pela forma como se movimenta. É uma acelerada crónica, com uma energia que nos esgota. É uma trabalhadora incansável e responde ao que lhe é pedido, com a maturidade de quem ainda não pode ser demasiado madura. É atenta e repara em cada um de nós, porque somos realmente diferentes, com outras movimentações às quais se tem que adaptar, patinando em terreno novo.

A nossa princesa já faz parte de nós e mesmo que não lho diga sempre, e deveria, sendo eu a mulher das palavras, vou tentando que saiba que já gosto muito de a ter connosco. Gosto do que dá a uma das pessoas mais importantes da minha vida e gosto de saber, que dia-a-dia, receberá de igual forma, de cada um de nós.

Parabéns Ana Maria!
Qui | 28.12.17

A nossa princesa!

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Agora já não sou a única a reinar neste nosso reino de amor. Agora e de há um tempo para cá, tenho uma princesa que nos veio enriquecer ainda mais. Agora sou sogra de alguém, mas sem o peso que a palavra comporta, porque é apenas uma palavra e eu sou bem mais. Agora tenho uma menina-mulher em casa e pela primeira vez sei o que significa partilhar de forma feminina e estou a gostar de tudo.

A nossa princesa faz anos hoje, 21, e espero ver muitos mais do que ainda será feita, com a felicidade que merece e fazendo o meu primogénito igualmente feliz!

Esta viagem está a ser carregada de aprendizagem e algum deslumbre perante o que afinal até aprendem de mim, os 3 homens da minha vida. Vou percebendo do que padecem os amores com esta maravilhosa idade, os vinte. Vou percebendo o cuidado que o meu filho mais velho coloca no amor que está a aprender a direccionar, porque amar é realmente difícil, pela viagem constante, pela impossibilidade de continuarmos a ser apenas nós e por tudo o que terá que representar quem representa tudo para nós.

Há muito que não sei sobre ela, ainda, mas muito que já consegui saber pela forma como se movimenta. É uma acelerada crónica, com uma energia que nos esgota. É uma trabalhadora incansável e responde ao que lhe é pedido, com a maturidade de quem ainda não pode ser demasiado madura. É atenta e repara em cada um de nós, porque somos realmente diferentes, com outras movimentações às quais se tem que adaptar, patinando em terreno novo.

A nossa princesa já faz parte de nós e mesmo que não lho diga sempre, e deveria, sendo eu a mulher das palavras, vou tentando que saiba que já gosto muito de a ter connosco. Gosto do que dá a uma das pessoas mais importantes da minha vida e gosto de saber, que dia-a-dia, receberá de igual forma, de cada um de nós.

Parabéns Ana Maria!
Qui | 28.12.17

A nossa princesa!

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Agora já não sou a única a reinar neste nosso reino de amor. Agora e de há um tempo para cá, tenho uma princesa que nos veio enriquecer ainda mais. Agora sou sogra de alguém, mas sem o peso que a palavra comporta, porque é apenas uma palavra e eu sou bem mais. Agora tenho uma menina-mulher em casa e pela primeira vez sei o que significa partilhar de forma feminina e estou a gostar de tudo.

A nossa princesa faz anos hoje, 21, e espero ver muitos mais do que ainda será feita, com a felicidade que merece e fazendo o meu primogénito igualmente feliz!

Esta viagem está a ser carregada de aprendizagem e algum deslumbre perante o que afinal até aprendem de mim, os 3 homens da minha vida. Vou percebendo do que padecem os amores com esta maravilhosa idade, os vinte. Vou percebendo o cuidado que o meu filho mais velho coloca no amor que está a aprender a direccionar, porque amar é realmente difícil, pela viagem constante, pela impossibilidade de continuarmos a ser apenas nós e por tudo o que terá que representar quem representa tudo para nós.

Há muito que não sei sobre ela, ainda, mas muito que já consegui saber pela forma como se movimenta. É uma acelerada crónica, com uma energia que nos esgota. É uma trabalhadora incansável e responde ao que lhe é pedido, com a maturidade de quem ainda não pode ser demasiado madura. É atenta e repara em cada um de nós, porque somos realmente diferentes, com outras movimentações às quais se tem que adaptar, patinando em terreno novo.

A nossa princesa já faz parte de nós e mesmo que não lho diga sempre, e deveria, sendo eu a mulher das palavras, vou tentando que saiba que já gosto muito de a ter connosco. Gosto do que dá a uma das pessoas mais importantes da minha vida e gosto de saber, que dia-a-dia, receberá de igual forma, de cada um de nós.

Parabéns Ana Maria!
Qui | 28.12.17

Não ponhas ninguém em espera!

sueamado
adult, art, background


Não ponhas ninguém em espera, porque ninguém esperará por ti, mesmo que te tenha amado, ou ame ainda. Já todos vamos sabendo que quem não fica, quem não se esforça, quem não nos procura, ou o faz apenas quando lhe sobra tempo, não deixará que sobre nada de nós. Não ponhas ninguém em espera, não quem seja realmente diferente ou importante, porque um dia, quando te sentires pronta, capaz ou com coragem para, já não terás quem até tiveste antes.

Sermos as pessoas mais importantes da nossa vida, não nos dá o direito de retirar importância ao outro. Quem se considera, respeita e pretende saborear a felicidade, fazendo-a proliferar, tem que saber como olhar, como falar e como ser ouvido quando tiver, mesmo, algo para dizer. Sabermos o que precisamos para nós, deveria fazer-nos manter, apenas e só, os que nos puderem acrescentar. Termos, em nós, a alma engrandecida pelo que já demos, vai sempre curar-nos do que não conseguirmos receber, por isso não ponhas ninguém em espera. Não uses. Não acredites que tens o que te basta. Não te olhes, apenas a ti, porque quando levantares os olhos, não estará ninguém que importe.

Não te desculpes com a falta de saber. Não saber como dar. Não saber como amar. Não saber o que fazer... Saber é o teu trabalho e se sabes ao que te sabe o prazer que te proporcionam, saberás ao que sabe aos outros. É uma equação tão fácil de reter!

Não ponhas ninguém em espera, e depois não digas que não te avisei, não quando já não tiveres argumentos, tempo, ou sequer amor para partilhar, porque o amor termina. A vontade de sermos desejados por este ou aquele também muda. Nada permanece imutável à espera que sejas capaz do que te daria mais do que tens já. Não ponhas ninguém em espera, mas se já o fizeste, é bom que saibas que vais ter o mesmo de volta!
Qui | 28.12.17

Não ponhas ninguém em espera!

sueamado
adult, art, background


Não ponhas ninguém em espera, porque ninguém esperará por ti, mesmo que te tenha amado, ou ame ainda. Já todos vamos sabendo que quem não fica, quem não se esforça, quem não nos procura, ou o faz apenas quando lhe sobra tempo, não deixará que sobre nada de nós. Não ponhas ninguém em espera, não quem seja realmente diferente ou importante, porque um dia, quando te sentires pronta, capaz ou com coragem para, já não terás quem até tiveste antes.

Sermos as pessoas mais importantes da nossa vida, não nos dá o direito de retirar importância ao outro. Quem se considera, respeita e pretende saborear a felicidade, fazendo-a proliferar, tem que saber como olhar, como falar e como ser ouvido quando tiver, mesmo, algo para dizer. Sabermos o que precisamos para nós, deveria fazer-nos manter, apenas e só, os que nos puderem acrescentar. Termos, em nós, a alma engrandecida pelo que já demos, vai sempre curar-nos do que não conseguirmos receber, por isso não ponhas ninguém em espera. Não uses. Não acredites que tens o que te basta. Não te olhes, apenas a ti, porque quando levantares os olhos, não estará ninguém que importe.

Não te desculpes com a falta de saber. Não saber como dar. Não saber como amar. Não saber o que fazer... Saber é o teu trabalho e se sabes ao que te sabe o prazer que te proporcionam, saberás ao que sabe aos outros. É uma equação tão fácil de reter!

Não ponhas ninguém em espera, e depois não digas que não te avisei, não quando já não tiveres argumentos, tempo, ou sequer amor para partilhar, porque o amor termina. A vontade de sermos desejados por este ou aquele também muda. Nada permanece imutável à espera que sejas capaz do que te daria mais do que tens já. Não ponhas ninguém em espera, mas se já o fizeste, é bom que saibas que vais ter o mesmo de volta!