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Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Feel Me

Sou tudo o que escrevo e escrever é o que me move!

Qua | 27.06.12

Divisões e subtracções!

sueamado



Lá fomos nós, uma vez mais, para outra sessão de um de muitos julgamentos que ainda irão ocorrer. Que triste fica o ser humano quando se esquece de si mesmo, dos seus valores, quando desama, nem que a palavra não exista, mas é a que melhor descrever os sentimentos deste novo século.

Como se pode, e após uma vida inteira em comum, querer tanto mal a alguém a quem já fizemos juras de amor, com quem partilhámos tantas noites e dias de tanta coisa, bonita? Não entendo e vou continuar sem, mesmo que se esforcem muito para me explicar.

Também eu sou fruto de uma relação que não sobreviveu, mas mantemo-nos unidos em prole do mais importante para ambas as nossas existências, que são os nossos rebentos. Por eles continuamos a comer pão que o Diabo amassou e assim será sempre, pelo menos para mim, enquanto me reconhecer como gente que pensa, sente, respeita e tem memória, sim, porque é a memória que nos faz avançar.

Deveria ser proibido ter tanto rancor, deveria ser taxado à perentagem máxima, criado um novo imposto, porque chispar tanta raiva e descer ao nível mais baixo da raça, é feio e não nos granjeia nenhum respeito. Já não me surpreendo e cada dia oiço falar em mais casos, mas fico triste, sem lamechices por favor, mas genuinamente triste com a incapacidade de algumas pessoas, e sobretudo porque tenho a certeza, sei de fonte segura, que se irão arrepender amargamente de tudo, nem que seja do tempo perdido, dos recursos mal canalizados, de tudo o que não adianta e não merece o nosso desgaste.

Aconselho vivamente a que lambam as feridas com prazer, numa qualquer praia paradisíaca, à volta de uma mesa com um excelente vinho, a dançar ou a conviver com gente saudável. Que me perdoem os advogados que lá vão fazendo um trabalho meritório, mas não se gastava melhor o dinheiro assim? Tenham dó, quem não nos quer, não quer e pronto. Há que ter amor próprio e seguir em frente, porque há uma vida para além daquela que tivemos!